Mostrando postagens com marcador Saudades. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Saudades. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

SODREZINHO

Eu soube no domingo à noite que o poeta Antônio Sodré, o Sodrezinho, havia falecido. Foi um choque pra todos nós que o conhecemos e o admirávamos. Passo a palavra para o meu amigo, o poeta Altair de Oliveira  http://revistacontemporartes.blogspot.com/2011/02/morre-o-poeta-antonio-sodre.html

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

VAMOS PALESTRAR?

Na próxima sexta-feira, dia 18 de fevereiro, farei uma palestra show sobre Liu Arruda e o teatro cuiabano, contando um pouco da nossa trajetória, que é também a trajetória de muitos atores cuiabanos de nossa geração. Na verdade, a minha proposta é que seja um bate-papo informal, nada de monólogo. Ao final, darei uma canja.  Será às 16:30h, no Cine Teatro Cuiabá, com entrada franca. São apenas 50 vagas.
Espero vocês!

sábado, 29 de janeiro de 2011

DOCES LEMBRANÇAS

Recebi ontem esta foto, um presente de Denize Amorim. Amei. Essa foto é da década de 50 e nela se pode ver a minha mãe Vane (a terceira, da esquerda para a direita) e Taci (a quarta, da esquerda para direita), mãe da Denize. Taci e Vane, amigas da vida inteira. Reparem que elas estão na Praça da República, tendo ao fundo a Riachuelo, que naquela época já funcionava no mesmo local onde hoje está, mas em um prédio que já foi demolido. Como podem ver, a nossa amizade começou com as nossas mães, antes mesmo da gente nascer.   




  

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

EU, AGORA ÓRFÃO...

O sentimento que a orfandade deixa sobre suas vítimas é de abandono, como se não existisse mais um terreno firme para se pisar. Sei disso agora que minha mãe se foi. Evanildes Corrêa do Belém, a dona Vane, partiu no dia 16 de dezembro de 2010, deixando um enorme vazio em nossas vidas. Quando o sentimento de abandono se apossa de mim, consola-me o fato de ter me tornado órfão aos 50 anos, ao passo que muita gente vê-se obrigada a enfrentar essa terrível condição ainda criança. Por isso posso me considerar um privilegiado: tive ao meu lado, durante 50 anos, uma mãezona para me proteger e cuidar de mim. Desde que o mundo é mundo as pessoas nascem e morrem, mas quem é que se acostuma com a ausência? Estou falando de ausência física. O velho casarão da Rua Antonio Batista Belém, onde ela viveu por mais de 50 anos, está vazio sem a sua hospitalidade, sua alegria, seu bom humor e, sobretudo, seu profundo sentimento de tolerância. Ficaram, além das lições, a saudade e a dor. Para sempre. E como disse Rachel de Queiroz, em "O Quinze": "Doer dói sempre, só não dói depois que se morre". E em termos de morte, 2010 foi um ano cruel para a nossa família. Em oito meses perdemos também Yolanda Corrêa da Costa Reis, a nossa tia Morena, irmã de minha mãe, que era uma mãezona para todos nós; e ainda perdemos um primo, o Hélder Clay. As reuniões familiares já não são mais as mesmas depois dessas perdas. Felizmente 2010 se foi. Não quero nem olhar para trás. E que venha 2011, com paz, saúde, alegria e vitórias!

César, Rubinho, eu, mamãe, tia Morena e tia Mecila


Ismael, Rose, mamãe, Rubinho, eu e Hugo (Natal de 2009, em Chapada).

Joyce e a vovó Vane


Nós, no MISC


À beira do Rio Cuiabá, em Varginha