A Survival Internacional (http://www.uncontactedtribes.org/fotosbrasil ) está divulgando imagens de índios isolados, que vivem no Brasil, próximo à fronteira com o Peru. Tiradas pela FUNAI, a divulgação dessas imagens faz parte de uma estratégia para proteger o território desses índios, ameaçado por madeireiros ilegais.
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segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
"A CIDADE DO CÂNCER"
Os moradores do vilarejo de Tuzkoy, na Turquia, passarão a ter novo endereço. O governo construirá nos arredores novas moradias para essa população. O motivo é que a área foi declarada “zona de desastre ambiental”, em virtude do alto índice de câncer na região, causado por um mineral raro, chamado erionita, que tem propriedades similares a do amianto e é muito presente nas rochas nos arredores do vilarejo. http://noticias.terra.com.br/noticias/0,,OI4783656-EI188,00-Autoridades+iniciam+retirada+de+moradores+de+cidade+do+cancer+na+Turquia.html
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
LINDO E TRISTE CERRADO
Nada de chuva... Mato Grosso continua em chamas... Os metereologistas dizem que as três primeiras virão repletas de impurezas. Portanto, é aguardar para tomar o tão esperado banho de chuva. Em Santo Antônio do Leverger, pra onde vou frequentemente, toda semana tem focos de incêndios. Nem o Morro se salvou. Foi triste vê-lo em chamas. O ar, em todo o Estado, é pura fumaça. Tudo fica com uma atmosfera muito baixo astral. Mas o cerrado é surpreendente. Você sai andando pela paisagem desolada pelas queimadas quando, de repente, se depara com umas árvores lindas, repletas de flores, com um colorido intenso. Faz um bem danado aos olhos e, sobretudo, à alma. Viva o cerrado!
terça-feira, 29 de junho de 2010
POBRES ARANHAS
Temidas e odiadas, as aranhas estão por toda a parte. Tanto faz se o lugar é quente e seco, ou frio e úmido. Lá estão elas. São mais de 32 mil espécies identificadas. Todas, indistintamente, são esmagadas pela maioria das pessoas. Que implicância! Você pode até achá-las feias e repugnantes, mas elas também têm direito à vida. E isso ninguém pode negar. Mas, bem distante daqui, no Camboja, elas são vistas por outro ângulo. Infelizmente nem assim estão à salva, pois seu destino é invariavelmente a panela. Turistas do mundo todo vão ao sudoeste asiático para comê-las, bem fritinhas ao alho e óleo. Melhores destinos tiveram as aranhas do nosso filósofo e roqueiro Raul Seixas, apesar de toda a repressão sofrida. Vejam:
quinta-feira, 24 de junho de 2010
VIZINHO MALA
Juro que não sou um vizinho chato. Sou bem na minha. Quase nem paro em casa e por isso não tempo tenho para conviver com a vizinhança e muito menos me indispor com ela. Moro no bairro há 50 anos e sempre tive um relacionamento pacífico e amistoso com as pessoas por aqui. Durante muitos anos as casas sequer tinham muros. E isso nunca causou problemas para ninguém. Ao contrário, estreitavam os laços de amizade. Atualmente, a regra são os muros altos. Ninguém mais convive com o seu vizinho e, paradoxalmente, os limites territoriais são muitas vezes desrespeitados, violentamente. As pessoas perderam a noção das coisas. E o que se vê frequentemente é a invasão de espaços. Estou passando por isso agora. Tenho um vizinho (ou vizinha) que cismou que a porta da minha casa é um lixão, pois se aproveita da minha ausência para depositar seus dejetos na lixeira que tenho. Não tive outra alternativa a não ser escrever e fixar próximo à minha lixeira, um cartaz com os seguintes dizeres: “Atenção vizinho cara de pau, esta lixeira tem dono e a porta da minha casa não é lixão. Fui claro?”. Depois não venha dizer que sou chato. Se ele ou ela continuar a insistir, tomarei outras providências. Fiquei mais preocupado ainda ao ler na imprensa que o serviço de coleta de lixo será suspenso http://www.midianews.com.br/?pg=noticias&cat=3&idnot=25720. Ai de mim!
domingo, 7 de fevereiro de 2010
MALDITO BANNER
Esta semana visitei o artista plástico Márcio Aurélio dos Santos, em sua agradável casa no CPA. Márcio convidou-me para batermos altos papos, coisa que o tempo ultimamente não estava permitindo. De quebra, pude conhecer sua nova produção, por sinal grande e bela. Um dos grandes baratos dessa sua nova fase é que abandonou os suportes tradicionais e vem utilizando o verso de banner, aquele material plástico que muitos artistas e produtores culturais utilizam amplamente para divulgar seus shows. É lamentável, mas esses materiais são altamente predatórios. Utilizados apenas para um evento específico, logo são descartados e ninguém sabe o que fazer com eles. Na natureza levam dezenas de anos para se decomporem. Esse pessoal tinha que abrir mão disso, pensar um pouco que a cultura precisa e deve ser sustentável. Felizmente nas mãos de Márcio Aurélio eles se transformam em obra de arte!
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Síndrome de Coisa Ruim - by Comadre Creonice
Vou falar uma coisa procês: eu posso não ser entendida de pintura como minha comadre Aline Figueiredo... Essa sim é digoreste, entende pra catiça desses negócios. Mas também não sou igual aquela mulher que uma vez procurou Gervane de Paula e queria um quadro que combinasse com o sofá dela. Não sou dessas, não. Sou daquelas... Êah, mas porque mesmo estou falando disso? Ah, sim, é por estar pasma com a malvadeza feita à Mona Lisa, de Leonardo da Vinci, no Museu do Louvre, em Paris. Vocês souberam? Uma turista russa jogou uma caneca de cerâmica contra a pobrezinha. Felizmente a velhinha não sofreu nenhum dano, pois está protegida por um vidro à prova de bala. Só assim pra Siá Gioconda, como ela é apelidada, agüentar o tranco. Ela é uma velha muito velha, tem quase a idade do Brasil. Da Vinci começou a pintá-la em 1503 e foi terminar por volta de dois anos depois. E ela sempre com o mesmo sorriso... Não perdeu nenhum dente até hoje.
A turista que fez a malvadeza deve ser rica, pois não foi considerada vândala. Chamaram o médico e, segundo ele, a criminosa deve estar com uma tal de Síndrome de Sthendal, doença rara que faz com que algumas pessoas fiquem gira de uma hora pra outra e ataquem obras de arte. Quá, cada doença que aparece!
Já ando preocupada com o surgimento de tanta doençaiada, e agora mais essa... Isso me deixa preocupada com algumas pessoas de Cuiabá, entre elas amigos meus, que mais se parecem uma obra de arte ambulante. Vai que encontram algum Sthendal por aí... Cruz credo!E olha, sis crianças, podem tirar seus cavalos da chuva, pois não vou citar nome de seu ninguém. Vocês sabem muito bem de quem estou falando... Raciocinem comigo – opa, comigo não! Raciocinem sozinhos. Vocês têm cabeça pra quê?
A russa diz que tem Síndrome de Sthendal, por isso quis danificar Siá Mona Lisa, mas e quem sai por aí dando veneno para os pombos da Praça Alencastro... Esses têm o quê, Síndrome de Coisa Ruim??? Isso dá cadeia! Os motoristas de táxi já não agüentam mais recolher pombos mortos todos os dias. Se estão incomodados com os bichinhos, chamem as autoridades. Ou nesta cidade não tem autoridade?
Estou aqui defendendo Siá Mona Lisa e os pombos da Praça Alencastro e já ia me esquecendo de defender Cuiabá. Nossa cidade também é outra vítima de ataques absurdos, principalmente na Internet. Esses dias me falaram que tem um site detonando Cuiabá e os cuiabanos. Entrei lá pra ver e quase tive um siricotico. Cada piada de mal gosto... Até uma amiga minha entrou na dança, coitada... Nem me lembro o nome do site, não adianta me cutucar. Sei que segue a linha do tal de Wikipédia: qualquer um chega e vai escrevendo o que quer e anonimamente. É uma versão anarquista, me disseram. Ruuummm...Anarquista, meu cesso! Vou fazer que nem aquela candidata a deputada, falando para os adversários: “Querem meter pau? Metam pela frente, cambada de veaaaaaadoooooo”!
A turista que fez a malvadeza deve ser rica, pois não foi considerada vândala. Chamaram o médico e, segundo ele, a criminosa deve estar com uma tal de Síndrome de Sthendal, doença rara que faz com que algumas pessoas fiquem gira de uma hora pra outra e ataquem obras de arte. Quá, cada doença que aparece!
Já ando preocupada com o surgimento de tanta doençaiada, e agora mais essa... Isso me deixa preocupada com algumas pessoas de Cuiabá, entre elas amigos meus, que mais se parecem uma obra de arte ambulante. Vai que encontram algum Sthendal por aí... Cruz credo!E olha, sis crianças, podem tirar seus cavalos da chuva, pois não vou citar nome de seu ninguém. Vocês sabem muito bem de quem estou falando... Raciocinem comigo – opa, comigo não! Raciocinem sozinhos. Vocês têm cabeça pra quê?
A russa diz que tem Síndrome de Sthendal, por isso quis danificar Siá Mona Lisa, mas e quem sai por aí dando veneno para os pombos da Praça Alencastro... Esses têm o quê, Síndrome de Coisa Ruim??? Isso dá cadeia! Os motoristas de táxi já não agüentam mais recolher pombos mortos todos os dias. Se estão incomodados com os bichinhos, chamem as autoridades. Ou nesta cidade não tem autoridade?
Estou aqui defendendo Siá Mona Lisa e os pombos da Praça Alencastro e já ia me esquecendo de defender Cuiabá. Nossa cidade também é outra vítima de ataques absurdos, principalmente na Internet. Esses dias me falaram que tem um site detonando Cuiabá e os cuiabanos. Entrei lá pra ver e quase tive um siricotico. Cada piada de mal gosto... Até uma amiga minha entrou na dança, coitada... Nem me lembro o nome do site, não adianta me cutucar. Sei que segue a linha do tal de Wikipédia: qualquer um chega e vai escrevendo o que quer e anonimamente. É uma versão anarquista, me disseram. Ruuummm...Anarquista, meu cesso! Vou fazer que nem aquela candidata a deputada, falando para os adversários: “Querem meter pau? Metam pela frente, cambada de veaaaaaadoooooo”!
Creonice Belém do Pará se deu muito mal como produtora de soja e, à falta de melhores opções, resolveu ser cronista e atriz, seguindo os passos de Ivan Belém, seu primo em segundo grau.
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